1653318551628ba39794b28_1653318551_3x2_md

Ministério da Saúde lança nova edição do Boletim de Economia da Saúde

Publicação traz principais resultados de funcionamento do Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC)

Entre os custos finalísticos de um hospital geral, o mais oneroso é o pronto-socorro, já nos setores intermediários desses estabelecimentos, os de maior custo são os centros de imagem, os serviços de nutrição e dietética e os laboratórios de análises clínicas. Esses e outros dados sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) constam na terceira edição do Boletim de Economia da Saúde.

A publicação aborda o Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC) do Ministério da Saúde, que hoje está presente em 488 unidades de saúde do País. “O programa dispõe da maior base de informações de custos em saúde pública no Brasil”, destaca Everton Macêdo, diretor do Departamento de Economia da Saúde, Investimento e Desempenho (SE/MS).

Criado em 2006, o PNGC já é utilizado por 12 secretarias estaduais de saúde e outras 12 municipais, além de 20 hospitais universitários, um hospital da rede federal e o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). A participação no programa se dá por adesão voluntária do gestor dos serviços, que também seleciona as unidades que terão seus custos apurados pela metodologia do Sistema de Informação de Apuração e Gestão de Custos do SUS (ApuraSUS).

O programa está disponível para hospitais, unidades de pronto-atendimento, policlínicas, unidades de saúde da família e hemocentros. “A apuração de custos permite não só verificar quanto custa cada serviço, mas principalmente qualificar os processos de tomada de decisão no âmbito do SUS”, explica Maciene Mendes, coordenadora do PNGC, ao destacar a importância da adesão voluntária dos gestores públicos para a sistematização dos dados.

Atualmente, por meio do PNGC e do ApuraSUS, é possível saber, com base em dados reais, quanto é necessário para custear um hospital, quais os custos médios por paciente/dia em UTI, em enfermarias, passando pelo custo médio de exames de tomografia, ressonância e até mesmo qual o custo de um quilo de roupa lavada, por exemplo.

Boletim

Criado em 2021, o Boletim de Economia da Saúde tem por objetivo trazer para discussão os temas relacionados ao financiamento do SUS. Nos dois primeiros volumes, o documento abordou o Sistema de Informações de Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) e o Banco de Preços em Saúde (BPS).

Com informações do GOV.BR (16/09/2022)

Últimas Notícias

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.