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Ministério da Saúde convida CBDL para a reabertura do Centro Cultural e o lançamento do Memorial Digital da Pandemia COVID-19 no Rio De Janeiro. Entidade teve papel de destaque durante a pandemia

A Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), esteve, a convite do ministro da saúde, Alexandre Padilha, na cerimônia de reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde – CCMS, no Rio de Janeiro. O presidente executivo da CBDL, Carlos Eduardo Gouvêa, representou a entidade.

Com grande destaque aos diagnósticos e vacinas, o evento trouxe diversas homenagens aos que faleceram durante a pandemia do coronavírus, na inauguração de vários monumentos, bem como o lançamento do Memorial Digital da Pandemia COVID-19, realizado em ação conjunta com a OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) e BIREME, um centro da OPAS/OMS vinculado ao Departamento de Evidência e Inteligência para a Ação em Saúde (EIH).

Atuação destacada da CBDL na pandemia

A CBDL, que durante o período pandêmico, teve uma ação marcante para o desenvolvimento de uma regulação mais dinâmica pela Anvisa e na promoção do acesso a testes de diagnóstico cada vez mais seguros e eficazes, por meio de um consórcio com Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC), Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), em que foram avaliados novos produtos (exames) com mais de 16 mil amostras de pacientes brasileiros.

A ação conjunta serviu de referência aos mercados público e privado no tocante ao desempenho dos kits disponíveis registrados junto à ANVISA. No projeto, foram utilizadas amostras positivas frescas que indicacam a curva de seroconversão, principalmente para os testes de anticorpos.

A diligência teve como base a união de esforços junto ao Ministério da Saúde para a disponibilização de testes para uso hospitalar e laboratorial em tecnologias como POCT (Point of Care), ELISA, fluorimetria e PCR-RT, além das testagens em massa utilizando tecnologias como testes rápidos imunocromatográficos, tanto para antígeno quanto para anticorpo.

Os dados gerados pelas avaliações fizeram parte de estudo internacional promovido pelo International Diagnostic Centre (IDC) da London School of Hygiene & Tropical Medicine (LSHTM) e pela Aliança Latino-americana para o Desenvolvimento do Diagnóstico in Vitro (ALADDIV), em cooperação com a União Europeia e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Farmácias e Autotestes

E a CBDL não ficou só nisso. A entidade também buscou defender a testagem maciça com unhas e dentes, levar o exame para toda a população, buscando novas formas de testar, testar e testar. Com esforços da ABRAFARMA, de grandes empresas e apoio da CBDL, a testagem ampliada foi possível.

E ainda, os testes para a detecção da Covid-19, que tiveram prazos de validade vencidos ou prestes a vencer e que foram registrados sob a Resolução RDC 348/2020, também foram reavaliados pelo Programa de Avaliação de entidades coligadas,em parceria com o INCQS.

Na época, Gouvêa defendeu a testagem maciça, “o lema é testar, testar e testar! Quanto mais pontos de testagem tivermos, mais conseguiremos controlar uma pandemia. Outras formas de testagem também estão sendo difundidas em nosso país como, por exemplo, a aplicação de testes rápidos no interior das empresas”.

Por fim, a CBDL também prestigiou os autotestes como alternativa para a detecção do coronavírus, além de testes rápidos de antígeno para COVID-19 como ferramenta de saúde pública; além de novas tecnologias e novos ambientes de testagem; e o advento das vacinas e múltiplas testagens.

“Nesta data, que marcou o Dia Mundial da Saúde, falou-se muito na COVID 19 e quanto isso foi marcante. Aproveitamos então para prestarmos a nossa homenagem à farmacêutica e ex-diretora técnica da CBDL, Dhalia Gutemberg, que nos deixou no início da pandemia”, comentou Gouvêa.

Com informações da CBDL – 08.04.2026

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