O estado já realizou 39.796 cirurgias eletivas entre julho de 2017 e junho de 2018. Mais R$ 25,4 milhões estão disponíveis para que o estado possa agilizar cirurgias já agendadas.

 

A população de Minas Gerais será beneficiada com R$ 25,4 milhões para reduzir a espera de quem está na fila para cirurgias eletivas. O estado realizou em um ano 39.796 procedimentos eletivos, aquelas cirurgias sem caráter de urgência, agendadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para todas as especialidades e agora conta com mais esse recurso extra. No total, R$ 250 milhões serão repassados para todo o país, conforme portaria publicada no Diário Oficial da Uniãoque prevê a realização de até 285 procedimentos ambulatoriais e hospitalares da tabela SUS. Os novos recursos devem incentivar estados e municípios a organizarem mutirões de cirurgias eletivas, diminuindo o tempo dos pacientes na fila de espera.

A distribuição dos recursos para o custeio da estratégia considerou os critérios populacionais para que estados e municípios se organizem da melhor forma, definindo os serviços de referência e a regulação do acesso da população a estes estabelecimentos. As gestões devem utilizar os recursos para ampliar a oferta, independentemente da rotina já existente nos serviços de saúde.

Os recursos serão transferidos por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) aos estados e municípios, mediante produção apresentada. As cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos dos serviços de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) e têm financiamento assegurado pelo repasse mensal de recursos destinados ao custeio de procedimentos de média e alta complexidade, enviados de forma regular e automática a todos os estados e municípios brasileiros.

 

Cirurgias Eletivas

Os procedimentos cirúrgicos eletivos fazem parte da rotina dos atendimentos dos serviços de saúde do SUS e têm financiamento assegurado pelo repasse mensal de recursos de média e alta complexidade, enviados de forma regular e automática a todos os estados e municípios brasileiros.

Cabe aos gestores estaduais, do Distrito Federal e municipais a organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso preferencial aos pacientes cuja solicitação já esteja inserida na regulação. Compete a eles administrar as demandas, de acordo com as necessidades, com planejamento e organização da rede de atenção à saúde e dos recursos disponíveis, assim como implementar mecanismos de regulação e contratualização que ajudem na eficiência dos serviços prestados à população.

 

 

Com informações do Portal do Ministério da Saúde (25/10/2018)