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Governo Federal investe R$ 48,4 milhões para habilitar mais 137 novas equipes para atendimento domiciliar

Iniciativa contempla a população de 17 estados; nos últimos 10 anos, mais de 500 mil brasileiros foram atendidos em casa pelo SUS.

O Ministério da Saúde habilitou 137 novas equipes para atendimento domiciliar. A iniciativa contempla os moradores de 17 estados brasileiros, que passam a ter possibilidade de atendimento em casa, perto da família. A ação do programa “Melhor em Casa” conta com o investimento de R$ 48,4 milhões.

credenciamento das equipes e a liberação dos recursos estão em duas portarias publicadas nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU). O programa leva cuidados especializados a pessoas com doenças graves e crônicas, que exigem cuidado e acompanhamento constante.

Nos últimos 10 anos, quando foi criado o programa “Melhor em Casa”, mais de 500 mil brasileiros já receberam atendimentos de qualidade no conforto de seus lares. Atualmente, o programa Melhor em Casa está presente em 732 municípios brasileiros, com mais de 1,6 mil equipes multiprofissionais ativas e já alcançou mais de 28,9 milhões de procedimentos.

Além dos benefícios para os pacientes, como o baixo risco de infecção hospitalar, conforto de casa e aconchego da família, por exemplo, também há uma economia para o Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que há uma redução significativa nas taxas de permanência e ocupações em hospitais. Dados da pasta mostram uma redução de até 75% no custo do tratamento em casa em relação ao paciente que ocupa um leito hospitalar.

As 137 novas equipes contemplarão os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Entre 2011 e 2021, o Ministério da Saúde já investiu cerca de R$ 540 milhões para custeio dessas equipes. No início do mês, a pasta já havia autorizado outras 116 equipes, em celebração aos dez anos de atuação do programa.

São equipes multiprofissionais de atenção domiciliar e de apoio formada por diferentes profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, técnicos em enfermagem e outras especialidades que periodicamente visitam pacientes em suas casas. A frequência de visitas é definida de acordo com as necessidades clínicas de cada caso e os atendimentos incluem exames, medicação, reabilitação, entre outros. Para que um paciente seja incluído no programa, é preciso passar por uma avaliação e encaminhamento médico.

O programa também permite que a equipe de saúde conheça melhor a realidade do paciente e isso auxilia na melhoria da qualidade de vida de toda a família. Entre os atendimentos, 26% são em idosos com mais de 80 anos. Além da doença, as equipes têm um papel importante para identificar casos de abandono ou maus tratos. A atenção domiciliar é uma estratégia importante do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, pois leva saúde aos que não conseguem, por qualquer razão, ir até ela.

Para que qualquer emergência seja atendida com rapidez, as equipes de saúde estabelecem fluxos com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) e hospitais locais.

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