O líder da CBDL, Carlos Eduardo Gouvêa esteve na sede do Instituto Consenso, inaugurada nesta quarta-feira (18), em Brasília (DF), com a presença de autoridades dos Três Poderes e representantes do setor de saúde.
O novo espaço passa a abrigar a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Serviços de Saúde.
O propósito é atuar como um centro de articulação, na promoção do diálogo entre os setores público e privado, e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Segundo o dirigente do Instituto Consenso, Pablo Meneses, a entidade pretende funcionar como um ponto de convergência para produção de conhecimento técnico, formulação de políticas públicas e debate qualificado no setor. “O nosso partido é a saúde. Precisamos unir todos os atores para transformar a vida das pessoas”, afirmou ele.

Já o presidente do Conselho do Instituto e da CNSaúde, Breno Monteiro, destacou a relevância econômica do setor, que reúne, em média, 897 mil empresas, a maioria de pequeno porte. “Consenso não é ausência de divergência, mas capacidade de construir objetivos compartilhados”, disse.
A presidente da FenaSaúde, Raquel Reis, frisou sobre a importância da união dos sistemas público e privado, “saúde é uma só. Quanto mais robusta for a saúde suplementar, mais forte também será o SUS”.
E Gustavo Ribeiro, presidente da Abramge, ressaltou que a criação do Instituto é resultado de um esforço coletivo de longo prazo e representa uma aposta na integração do setor.
A Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Serviços de Saúde atua no Congresso Nacional, desde 2023, com foco no fortalecimento do SUS e da assistência médico-hospitalar. O deputado Pedro Westphalen (PP/RS), afirmou que a entidade deve subsidiar o debate legislativo com dados técnicos. “Haverá divergências, mas com informação qualificada para orientar decisões”, comentou.
Por último, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que o Instituto surge em um momento oportuno para o fortalecimento do diálogo, “a saúde suplementar impacta diretamente a qualidade da saúde pública e tem papel relevante na geração de emprego e renda”.

O ministro interino da Saúde, Adriano Massuda, sublinhou a necessidade de transformar o diálogo em ações por meio de políticas públicas integradas.
Gouvêa reforçou o papel da CBDL como um dos grandes porta-vozes do setor do setor de diagnóstico dentro dos debates das oportunidades em todos os espaços que busquem a sustentabilidade do setor de saúde, tanto na construção de políticas públicas, como na construção de modelos que permitam o acesso a novas tecnologias e soluções.
“Neste sentido, a saúde suplementar tem um papel importantíssimo e o diagnóstico in vitro pode assegurar o acesso precoce e preciso a tecnologias cada vez mais assertivas, melhorando ainda mais a jornada do paciente”, concluiu.
Com informações da CBDL – 20.03.2026.