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Boletim ABIIS revela que setor de Dispositivos Médicos cresceu 2,7%, em 2017

 

 

Apesar da crise econômica, a recuperação foi possível em virtude de forte queda ocorrida em 2015 e 2016

 

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde - ABIIS - acaba de concluir o Boletim Econômico do setor relativo ao ano passado. Os dados refletem um reaquecimento depois de fortes quedas ocorridas em 2015 e 2016. O índice de consumo de Dispositivos Médicos - que inclui materiais, suprimentos, equipamentos para o setor de saúde, além de reagentes, próteses e implantes e reflete o comportamento do mercado brasileiro de produtos para a saúde - teve crescimento de 2,7%, no ano passado, em relação à 2016.

 Entre os segmentos do setor de saúde, o consumo dos produtos para Diagnóstico in Vitro teve elevação de 4,4% e o de Próteses e Implantes alta de 2,2%. O Boletim da ABIIS começou a ser produzido em 2012 e, fazendo um paralelo com os dados médios levantados naquele período, constata-se que a atividade do setor encontra-se em patamar de 6,6% inferior ao verificado naquele ano, devido ao recuo de 10,7% nas importações.

 Para o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes, a elevação de 2,7% poderia parecer expressiva, em ano de crise, mas não foi. "Estávamos com os índices muito baixos e crescer quase 3% representa um suspiro", contextualiza Cerqueira Gomes. "O mais importante é a perspectiva de continuar crescendo, o que representa um alento para todo no setor", completa.

 

Emprego em alta

 A elevação também se refletiu no mercado de trabalho, com alta de 1,2%, no ano passado, em relação a 2016. O Boletim ABIIS constata a abertura de 1.565 novas vagas nas atividades industriais e comerciais do setor de Dispositivos Médicos. O total de trabalhadores nessa atividade foi de 133.793, em dezembro de 2017. Em 2016, eram 132.228 empregados. Entre os segmentos, destaca-se a criação de 872 postos de trabalho no comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico e odontológico.

 

Planos de saúde pressionam inflação

 O Boletim ABIIS também revela que o reajuste nos planos de assistência médica pressionou a inflação IPCA, medida pelo IBGE, principalmente o item Saúde e Cuidados Pessoais. No acumulado dos anos de 2015 a 2017, a inflação IPCA teve elevação de 19,91%, enquanto o grupo Saúde e Cuidados Pessoais registrou variação de 26,79%; o grupo Alimentação e Bebidas 18,78%; Habitação 27,42%; e Transportes 18,48%. O consumidor paga, em média, segundo o IPCA, 39,23% mais caro nos planos de saúde do que pagava há três anos. Desconsiderando o subitem Planos de Saúde, a inflação do grupo Saúde e Cuidados Pessoais cai de 26,79% para 20,93%, muito próxima à variação do IPCA de 19,91%, nos últimos 3 anos.

 No acumulado de 2017, os preços de implantes ortopédicos sofreram acréscimo de 0,6%, frente a uma variação positiva de 1,8% do IPCA. Os demais produtos tiveram reajustes superiores ao IPCA. Os preços de hospitalização e cirurgia aumentaram 4,1%, os de imagem 3,4% e os de exames de laboratório 3,1%. Mas a elevação das mensalidades dos planos de saúde foi a mais expressiva novamente do grupo Saúde e Cuidados Pessoais com alta de 13,5%.

 

Acesse o boletim completo aqui.

 

Sobre a ABIIS:

 A ABIIS – Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde nasceu em 2011, formada por entidades como ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia, ABRAIDI – Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde e CBDL – Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Somos formuladores de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade.

 

 A ABIIS trabalha com foco em 5 pilares: Regulação Inteligente, Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Redução do Custo Brasil.

 

 

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Fórum de Compliance Healthcare discute os caminhos da Saúde para o Brasil

 

 

Evento promovido pela ABIIS reuniu grandes especialistas do mercado interamericano e órgãos do governo

 

A direção que a Saúde tem tomado no campo da ética no Brasil e no mundo, sob a ótica de grandes especialistas do mercado. Este foi o tema do Fórum de Compliance Healthcare, promovido pela Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde - ABIIS, no dia 10 de abril, na sede da consultoria KPMG, em São Paulo.

 

O evento reuniu executivos das principais entidades que representam a indústria da saúde no Brasil, porta-vozes do Instituto Ethos, da Universidade de São Paulo, do Instituto Não Aceito Corrupção, do Ministério da Transparência, da Anvisa, da ANS, do TCU, da Associação Americana de Tecnologia Médica Avançada – AdvaMed, e da London School of Hygiene and Tropical Medicine. “O compliance precisa ser visto como uma fonte de vantagem competitiva e não como custo”, afirmou o presidente da KPMG no Brasil e América do Sul, Charles Krieck, na abertura do encontro.

 

Para o professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Gonzalo Vacina Neto, compliance é civilização. “Fazer o certo é não fazer certas coisas. Este tipo de evento é importante para acumular conteúdo. A transformação virá quando mais pessoas estiverem engajadas nesta questão ética”.

 

Ao longo do dia, os debates e explanações giraram em torno do que foi feito nos setores públicos e privado, nos últimos três anos; quais são os desafios ainda enfrentados no setor de Dispositivos Médicos; como a remuneração na cadeia de saúde pode interferir nas relações; e como a ética pode trazer soluções.

 

O diretor executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira, afirmou que as discussões durante o evento foram abertas e francas, bem como que as relações de toda a cadeia produtiva da saúde têm sido, cada vez mais, transparentes. Cerqueira lembrou que o país está vivendo uma época de grandes mudanças, próxima ao caos, no cenário político, mas que não é possível conviver mais com malfeitos. “Queremos deixar um legado para os nossos filhos e viver melhor com sustentabilidade no sistema de saúde. É preciso integração da cadeia para encontrar as soluções e a convergência de valores”, completou.

 

A consultoria KPMG apresentou os resultados de uma pesquisa realizada com 35 associadas da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos Para Saúde – ABIMED, no primeiro trimestre de 2018, que revelou o nível de maturidade de compliance. Nove eixos foram avaliados: governança e cultura; avaliação de riscos de compliance; pessoas e competências; políticas e procedimentos; comunicação e treinamento; tecnologia e análise de dados; monitoramento e testes; gerenciamento de deficiências e investigação; e reporte.

 

 

Sobre a ABIIS:

A ABIIS – Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde nasceu em 2011 apoiada por entidades como ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia, ABRAIDI – Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde e CBDL – Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Somos formuladores de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade.

 

A ABIIS trabalha com foco em 5 pilares: Regulação Inteligente, Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Redução do Custo Brasil.

ABIIS reivindica mais atenção para o Saúde 4.0, durante reunião com o Ministro Ricardo Barros

 

 

“É necessário evoluir na área de Produtos para Saúde”, afirmou o diretor Carlos Eduardo Gouvêa"

 

O Saúde 4.0 foi um dos temas da 15ª Reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde - GECIS, em Brasília, no dia 27 de março, com a presença do Ministro da Saúde, Ricardo Barros. Participaram pela Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS – o diretor Carlos Eduardo Gouvêa e o diretor-executivo José Márcio Cerqueira Gomes. O principal objetivo das reuniões do GECIS é debater a política nacional de inovação tecnológica na Saúde e parcerias para o desenvolvimento produtivo.

 

 Carlos Eduardo Gouvêa aproveitou a oportunidade para defender mais atenção ao Saúde 4.0, afirmando que, embora os avanços tenham sido muitos, principalmente na questão das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) envolvendo medicamentos essenciais, é necessário evoluir na área de Produtos para Saúde. “Neste sentido, não basta apenas olharmos fábricas públicas que tenham condição de absorver transferência de tecnologia, mas também considerarmos a possibilidade de contarmos com hospitais públicos que possam servir de ‘campos de prova’ em verdadeiras parcerias múltiplas. Isto se faz necessário por conta da nova realidade que enfrentamos no ‘Saúde 4.0’, que é a conectividade permanente imposta pela Internet das Coisas”, defendeu.

 

 A ABIIS apoia o projeto do “Hospital e UTI 4.0”, desenvolvido pelo Grupo de Automação Elétrica em Sistemas Industriais (GAESI/Poli), pelo Instituto de Radiologia (InRad) e pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). “Teremos em breve várias UTIs com tecnologia médica totalmente integrada e interagindo de forma dinâmica entre si, permitindo os diversos ganhos esperados com o Saúde 4.0. O melhor é que poderemos fazer as comparações com a realidade atual, no próprio Hospital das Clínicas, para fazermos todas as medições e estudos comparativos, comprovando-se os benefícios ao paciente, graças a uma logística mais inteligente, acesso a informações sobre a terapia, resultados, entre outros”, contou Gouvêa.

 

O diretor da ABIIS reforçou também os grandes avanços obtidos na área da Saúde, com o desenvolvimento dos projetos pelo GECIS, garantindo maior participação, transparência e governança do sistema, que acaba levando ao desenvolvimento do setor, através das PDPs. Mas frisou que boa parte deste sucesso está alicerçada em bases sólidas de legalidade e previsibilidade e, neste sentido, é essencial que o  Ministério da Saúde continue apoiando a ANVISA com as suas decisões técnicas, inclusive na utilização do arcabouço regulatório já criado até o momento. “O registro sanitário, por exemplo, é atualmente a garantia de que o sistema vai funcionar com base em sistemas de qualidade, rastreabilidade e garantia de segurança ao usuário ou paciente. Desconsiderá-lo em eventuais processos de compra pelo Ministério da Saúde seria uma afronta a todo o esforço empreendido, bem como pelo investimento feito pelo Setor Regulado e segurança jurídica que norteia todas as relações”, finalizou Carlos Eduardo Gouvêa.

 

 

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 A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde nasceu em 2011, formada por entidades como Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia - ABIMED, Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial - CBDL, interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Somos formuladores de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade.

 

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ABIIS participa de debate na Câmara dos Deputados, em Brasília

 

 

As propostas apresentadas revelam que a tecnologia torna o sistema de saúde menos custoso e mais eficiente

 

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde - ABIIS - participou do Seminário Revolução Digital no Brasil: Tecnologia, Estado e Sociedade, na semana passada, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF. A entidade foi representada pelo diretor, Carlos Eduardo Gouvêa, palestrante e debatedor, e também pelo diretor-executivo, José Márcio Cerqueira Gomes.

 

 O diretor da ABIIS, Carlos Eduardo Gouvêa, apresentou as propostas para impulsionar o ciclo de inovações em Dispositivos Médicos no Brasil, conhecidas no setor como Saúde 4.0. "Pudemos esclarecer, de forma bastante didática, como a tecnologia alivia o aumento de custos na saúde", contou Gouvêa. Segundo o executivo, ela permite um diagnóstico mais precoce em pacientes com doenças crônicas possibilitando maior prevenção. "Tratamentos mais eficazes geram menos hospitalização, além de propiciar melhor qualidade de vida", resumiu o diretor da ABIIS.

 

 Durante a palestra, Carlos Gouvêa, apresentou os custos ocultos que emperram a dinâmica para a inovação em saúde, como a burocracia desnecessária, complexidade fiscal, barreiras não tarifárias, custos trabalhistas e inseguranças macroeconômica, jurídica, regulatória e nos modelos de remuneração. O diretor da ABIIS apresentou propostas para acelerar o acesso às novas tecnologias no Brasil, através da utilização da TI – Tecnologia da Informação em várias etapas do ciclo de vida de produtos para saúde, neste contexto de “Saúde 4.0” e internet das coisas.

 

 "O consumidor deixa de assumir um papel passivo e torna-se cada vez mais consciente de informações e recomendações de todos os tópicos relacionados à saúde, não apenas os seus próprios. A digitalização torna o consumidor ainda mais informado para poder, inclusive, interagir positivamente com os demais atores, ajudando a definir as melhores opções. A indústria de saúde passa a se assemelhar a outros setores, cada vez mais dinâmicos, inclusive em função de ser um segmento predominantemente de inovação incremental (ciclos de vida de 3 anos, em média)", esclareceu Gouvea.

 O Seminário Revolução Digital no Brasil: Tecnologia, Estado e Sociedade foi elaborado de forma bastante dinâmica, com palestras de vários especialistas. Participaram do evento, além da ABIIS, executivos e dirigentes da Confederação Nacional da Indústria - CNI, da Universidade de Columbia, em Nova York, nos EUA, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro - ITS/RJ, do Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV/RJ, do Movimento Brasil Competitivo, parlamentares, entre outros.

 

 O objetivo do evento foi passar um panorama geral aos assessores e colaboradores parlamentares do que é a revolução digital e de como ela está transformando as nossas vidas de maneira exponencial, seus benefícios e riscos envolvidos. "O encontro foi produtivo para ampliar a interlocução e a compreensão por parte do poder legislativo das propostas do Saúde 4.0", completou o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes.

 

 

Sobre a ABIIS:

 

 A ABIIS – Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde nasceu em 2011 apoiada por entidades como ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia, ABRAIDI – Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde e CBDL – Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Somos formuladores de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade.

 

 A ABIIS trabalha com foco em 5 pilares: Regulação Inteligente, Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Redução do Custo Brasil.

 

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Senado recebe debate sobre produtos para saúde

 

 

A fim de ampliar a discussão sobre os benefícios da inovação, na prática, no setor de saúde, no que se refere ao acesso e qualidade de atendimento, o auditório do Interlegis recebeu, no dia 24/8, o IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática.

 

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), o IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática promoveu, na última quinta-feira, 24 de agosto, no Senado Federal, um amplo debate sobre o setor de dispositivos médicos. Utilizados nos mais diferentes tipos de procedimentos - diagnóstico, tratamento, reabilitação e monitoramento de pacientes -, os produtos para saúde estão ligados diretamente ao cotidiano da população e, atualmente, representam 3,7% do total de gastos com saúde, com uma participação de 0,6% no PIB, mais de 13 mil empresas e cerca de 140 mil empregos.

 

“Tecnologia e Inovação são o único caminho para reduzir custos na prestação de serviços na área da saúde. Acredito que com novas tecnologias será possível dar um melhor atendimento em saúde para as pessoas”, destacou Marcos Vinícius de Souza, secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que discorreu sobre os inúmeros fatores envolvidos no processo de inovação. “Com relação ao Brasil, há um grande potencial para a inovação que pode alavancar a indústria brasileira, melhorando, inclusive, os serviços públicos, permitindo redução de custos, melhorias de dados e de eficiências”, concluiu.

 

“O setor de produtos para saúde é extremamente estratégico para o Sistema Único de Saúde (SUS), pois gera emprego, gera renda, e melhora o acesso à saúde para a população”, ressaltou Flávia Rizzini de Andrade, coordenadora geral de Equipamentos e Materiais de Uso em Saúde, do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, do Ministério da Saúde /DCIIS/SCTIE/MS. Para ela, é preciso atentar para a importância das parcerias público-privadas para melhoraria do setor e seu complexo industrial, com os apoios necessários à pesquisa.

 

“O sistema existe e tem recursos escassos. Precisamos de eficiência, produtividade, num custo menor, preferencialmente sem desperdícios e com parcerias público-privadas. Temos que buscar saber em quais pontos os nossos pesquisadores podem fazer diferença nas cadeias globais, nas quais o setor de produtos para saúde está inserido”, salientou o presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), Carlos Eduardo Gouvêa.

 

 

Painéis temáticos

 

 

A diretora da Axia.Bio Group Gabriela Tannus moderou o primeiro painel do evento, “Qual o valor da inovação?”, com a participação do consultor nacional em Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúde da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), Murilo Contó; da coordenadora de Laboratórios do Departamento das IST, do HIV/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde (DIAVH/SVS/MS), Ana Flávia Pires; e do gerente comercial da IC - Informação e Conhecimento/Vita Soluções em Saúde, Rodrigo Danza.

 

O segundo painel - “Custos X Inovação” - contou com moderação da diretora da Websetorial, Patrícia Marrone. Participaram do debate: Paulo Freitas, consultor do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS); Fernanda Machado, especialista em Economia da Saúde,; e Giuliano Sant’Anna, diretor geral da BR HomMed.

 

O terceiro e último painel, “Fatores que influenciam a Inovação no Brasil”, contou com participação d gerente-geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Anderson de Almeida Pereira; do gerente Comercial do InovaInCor - Núcleo de Inovação do Instituto do Coração (InCor) - e gerente de Inteligência de Mercado da Fundação Zerbini, Guilherme Rabello; e da diretora da ABIIS, Lilian Orofino. A mesa foi moderada pela diretora executiva de Relações Institucionais da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED), Cláudia Scarpim.

 

Veja a cobertura completa dos painéis temáticos e mais fotos na Página do Evento.

IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde

 

 

Data: 24/08/2017

Horário: das 9h às 14h

Local: Senado Federal – Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães - Interlegis

 

 

Programa

 

8h30 - Recepção dos Convidados com café de boas vindas

 

9h00 às 10h00 – Mesa Cerimônia de Abertura com audição do Hino Nacional

 

  • Congresso Nacional – Marta Suplicy* – Excelentíssima Senhora Senadora da República PMDB/SP e Presidente da Comissão de Assuntos Sociais
  • Congresso Nacional - Hiran Gonçalves – Excelentíssimo Senhor Deputado Federal PP/RR e Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família
  • Congresso Nacional – Izalci Lucas - Excelentíssimo Senhor Deputado Federal PSDB/DF e Presidente da Frente Parlamentar de Ciência e Inovação em Saúde
  • Congresso Nacional – Alexandre Serfiotis - Excelentíssimo Senhor PMDB/RJ
  • Ministério da Saúde – Francisco de Assis Figueiredo* –Ilustríssimo Senhor Secretário de Atenção à Saúde
  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Jarbas Barbosa* - Ilustríssimo Senhor Diretor Presidente
  • Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS) - Carlos Eduardo Gouvêa - Ilustríssimo Senhor Diretor Presidente

 

 

10h00 às 11h20 – Mesa Técnica: Qual o valor da Inovação?

 

  • Como se dá a inovação em DM?
  • Como o mundo lida com a inovação?
  • Qual tipo de inovação interessa ao Brasil?
  • O que podemos esperar para os próximos anos?

 

 

  • Murilo Contó – Ilustríssimo Senhor Consultor Nacional em Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúde da Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS/OMS
  • Ana Flávia Pires - Ilustríssima Senhora Coordenadora da Coordenação de Laboratórios do Departamento das IST, do HIV/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde – DIAVH/SVS/MS
  • Rodrigo Danza – Ilustríssimo Senhor Gerente Comercial da IC - Informação e Conhecimento / Vita Soluções em Saúde
  • Moderadora: Gabriela Tannus – Ilustríssima Senhora Diretora da Axia.Bio Group

 

 

11h20 às 12h35 – Mesa Técnica: Custos x Inovação

 

  • Cenário econômico do setor de DM
  • Visão da Conitec sobre incorporação de tecnologias
  • O que o estudo de economia da saúde pode fazer para auxiliar as decisões de incorporação de tecnologia?
  • Case de sucesso internacional sobre tecnologia inovadora que trouxe economia

 

 

  • Artur Felipe Siqueira de Brito - Ilustríssimo Senhor Diretor do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS)
  • Fernanda Machado – Ilustríssima Senhora Especialista em Economia da Saúde
  • Guilherme Machado Rabello – Ilustríssimo Senhor Gerente da Gerência Comercial e de Inteligência de Mercado do InovaInCor - Núcleo de Inovação do Instituto do Coração (InCor) e da Fundação Zerbini
  • Moderadora: Patrícia Marrone - Ilustríssima Senhora Diretora da Websetorial

 

 

12h35 às 14h00 – Mesa Técnica: Fatores que influenciam a inovação no Brasil

 

  • Saúde 4.0
  • Obstáculos à inovação no Brasil
  • Regulação x inovação
  • Custos com corrupção
  • Ações governamentais de combate a corrupção e más práticas comerciais

 

 

  • Rafael Henrique Rodrigues Moreira – Ilustríssimo Senhor Assessor Especial do Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC
  • Anderson de Almeida Pereira – Ilustríssimo Senhor Gerente-Geral Substituto da Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA/MS
  • Renata Figueiredo* - Ilustríssima Senhora Coordenadora-Geral de Integridade da Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União
  • Moderador: Carlos Eduardo Gouvêa - Ilustríssimo Senhor Diretor Presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde - ABIIS

 

14h00 – Encerramento e brunch

 

 

 

Serviço de café receptivo e brunch

Videoconferência em tempo real para as Assembléias Legislativas

Vídeo streaming, acompanhamento ao vivo pela internet, acesse página www.interlegis.leg.br

IV Fórum Nacional de Inovação de Produtos para Saúde debate sobre investimentos para o Brasil

 

 

São Paulo, 21 de agosto de 2017 - O Instituto Brasileiro de Ação Responsável e a Associação Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS) promovem o IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde - Inovação na Prática. O evento movimenta o Senado Federal no dia 24 de agosto, no auditório do Interlegis, e traz três painéis de debate com foco na importância da inovação para garantia de acesso e qualidade de atendimento em saúde no país.

 

O evento propicia um amplo debate sobre o tema, com a presença de parlamentares - senadores e deputados ligados ao setor - além de representantes do governo, entidades associativas, pesquisadores, indústria e profissionais da saúde. Nesta edição, o evento será dividido em três painéis temáticos: “Qual o valor da Inovação?”, “Custos x Inovação” e “Fatores que influenciam na Inovação no Brasil”. As inscrições são gratuitas em www.acaoresponsavel.org.br.

 

Com moderação de Gabriela Tannus, diretora da Axia.Bio Group, o primeiro painel, “Qual o valor da Inovação?”, contará com a presença de representantes da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) e da Associação de Tecnologia Médica Avançada (AdvaMed). Entre os temas a serem debatidos estão: Como se dá a inovação em DM (Diagnósticos Médicos)?;  Como o mundo lida com a inovação; Qual tipo de inovação interessa ao Brasil; e O que podemos esperar para os próximos anos.

 

O segundo painel, “Custos X Inovação”, tem como moderadora a diretora da Websetorial, Patrícia Marrone, trazendo ao debate representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS) e das empresas Baxter e Telemedicina. Entre os temas: Cenário econômico do setor de DM; Visão da Conitec sobre incorporação de tecnologias; e O que o estudo de economia da saúde pode fazer para auxiliar as decisões de incorporação de tecnologia. Haverá ainda, apresentação de um case de sucesso internacional sobre tecnologia inovadora que proporcionou economia.

 

O terceiro e último painel, “Fatores que influenciam a Inovação no Brasil”, traz os temas: Saúde 4.0; Obstáculos à inovação no Brasil; Regulação x inovação; Custos com corrupção; e Ações governamentais de combate à corrupção e más práticas comerciais. A moderação será de Carlos Eduardo Gouvêa, diretor presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), com participação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI).

 

Com o evento deste ano, a ABIIS pretende avançar na discussão de como a inovação pode ser útil e reconhecida como um valioso investimento para o país. “A inovação é percebida, erroneamente, como um dos fatores responsáveis pelo aumento de custos no sistema de saúde. Essa percepção mascara um problema maior: o desperdício presente em diversos elos da cadeia da saúde, pública e privada, no país”, explica Carlos Eduardo Gouvêa, Diretor Presidente da ABIIS.

 

 

IV Fórum Nacional de Produtos para Saúde

Data: 24/08/2017

Horário: das 9h às 14h

Local: Senado Federal – Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães - Interlegis

 

O fórum também será transmitido ao vivo, via vídeo streaming no site do Interlegis e por meio de vídeo conferência para as Assembleias Legislativas.

 

 

Sobre a ABIIS

 

A ABIIS – Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – nasceu em 2011 apoiada por entidades interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em saúde no Brasil. Somos formuladores de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade. Nossas atividades em relações governamentais sob a liderança de diversos grupos de trabalho, como os de Política Regulatória e Acesso, são fundamentais para algumas das iniciativas mais impactantes da ABIIS. Por meio de seus estudos nos tem sido possível debater diretamente com o Congresso Nacional e o Poder Executivo temas relevantes para os associados e o setor de uma maneira geral.

Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde patrocina o III Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil

 

 

Hoje, inovação é percebida, erroneamente, como um dos fatores responsáveis pelo aumento de custos no sistema de saúde. Essa percepção mascara um problema maior: o desperdício presente em diversos elos da cadeia da saúde, pública e privada, no país. Para promover este debate, bem como ajudar na efetivação de políticas e programas de estímulo à Pesquisa e Desenvolvimento de produtos para a saúde no Brasil, será realizado, no próximo dia 01 de setembro, o III Fórum Nacional de Produtos para Saúde, em Brasília (DF). O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, reunirá entidades do setor, governo e representantes da sociedade civil numa discussão sobre como a saúde pode ser melhor para a população. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.acaoresponsavel.org.br.

 

O Fórum é uma oportunidade para discutir, de maneira aprofundada, temas de extrema importância para a saúde, aliada à necessidade da construção de uma agenda propositiva para o aprimoramento da regulação do setor.

 

Com mais tecnologia na rede de atenção básica e nos hospitais será possível compartilhar, por exemplo, informações sobre o tempo de compra, ciclos de entrega, preços, localização e utilização dos produtos. Isso seria traduzido em acesso e gestão de recursos públicos e privados. Ou seja, inovação pode ser claramente definida como a redução de desperdício e isso se contrapõe a quem ainda acredita que inovar é gastar. Inovar é saber alocar de forma eficaz os recursos financeiros, estruturais, tecnológicos e humanos já existentes.

 

O evento, que tem o patrocínio da ABIIS - Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, será composto por três painéis - Inovação é Acesso; Ética é Acesso; TI é Acesso.

 

O Painel “Ética é Acesso” contará com a moderação de Cláudia Scarpim, Diretora Executiva do Instituto Ética Saúde, discutindo maneiras de promover um ambiente de negócios ético no setor de dispositivos médicos, a fim de reforçar as boas práticas de conduta nas relações do setor com profissionais de saúde e com o governo. O Instituto tem o objetivo de promover uma cultura ética empresarial que gere ambientes de concorrência justos e transparentes, bem como fomentar a ação social responsável e participativa de todos os atores do segmento saúde para o desenvolvimento da sociedade e estabelece aos seus associados regras bastante rígidas para atuar nos mercados privado e público.

 

O Painel “Inovação é Acesso” terá como mediadora Gabriela Tannus, Sócia da AXIA.BIO Life Sciences International. Neste painel, serão abordados os desafios da incorporação racional de tecnologias na área médica e a percepção de que inovação é um dos fatores responsáveis pelo aumento de custos no sistema de saúde. A experiência da empresa - pioneira no campo de Farmacoeconomia no Brasil -  contribui ao usar conhecimento integrado das relações entre os operadores do mercado, governo e entidades de pacientes no país para fornecer dados e análises precisos do setor.

 

O painel final, com o tema “TI é Acesso”, será apresentado por Patrícia Marrone, Sócia-Diretora na Websetorial Consultoria Econômica, que promoverá o debate sobre como a utilização de Tecnologia na área de saúde é um caminho sem volta e o que podemos esperar dela. A Websetorial é especialista na prestação de serviços de consultoria econômica, especializada na elaboração de análises e estudos microeconômicos, de caráter setorial, com ou sem enfoque regional.

 

“A ABIIS nasceu apoiada por entidades interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio, para que sejam criadas políticas públicas, legislação e regulação para o acesso da população a uma saúde mais digna, eficaz e resolutiva, por meio de um ambiente de negócios favorável a inovação”, afirma Carlos Eduardo Gouvêa, Diretor Presidente da ABIIS. “O Fórum Nacional de Produtos para Saúde é um ótimo ambiente de trabalho para isso. Ouvir representes do setor, coletar ideias e discutir propostas para que a população tenha acesso ao que há de melhor em saúde”, completa.

 

O Fórum contará com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (SINDUSFARMA), da Universidade de São Paulo (USP), da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM), da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, do Instituto Coalizão Saúde (ICOS), entre outras entidades já confirmadas no evento, além de parlamentares - deputados federais e senadores que atuam em projetos e atividades relacionadas ao tema.

 

 

III Fórum Nacional de Produtos para Saúde

Data: 01/09/2016

Horário: das 8h30 às 14h

Local: Senado Federal – Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães - Interlegis

ABIIS, balanço primeiro trimestre de 2016 - 31.5.16

 

 

Setor de dispositivos médicos tem recuo, mas emprego ainda cresceu no primeiro trimestre deste ano

 

A crise econômica vivida no Brasil por diversos setores chegou ao segmento de dispositivos médicos (DMAs). É o que indicam os números levantados pela Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, relativos ao primeiro trimestre de 2016.

 

Segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), do IBGE, a produção industrial de instrumentos e mate¬riais para uso médico e odontológico e artigos ópticos, apre¬sentou queda de 11,21% no primeiro trimestre de 2016, em relação ao mesmo período de 2015. No acumulado de 12 meses, o recuo chegou a 4,7%.

 

O índice de consumo aparente de DMAs, que pro¬cura refletir o comportamento geral do mercado brasileiro de dispositivos médicos, apresentou o seguinte desempenho: um recuo de 14,2% no primeiro trimestre de 2016, se comparado a igual período de 2015. Na comparação de 12 meses, a queda é de 13,1%.

 

De acordo com José Márcio Cerqueira, diretor executivo da ABIIS, "esse recuo se deve ao desemprego de um modo geral que provocou a evasão de trabalhadores da saúde suplementar e consequente queda nas compras privadas. A queda na arrecadação agravou esse quadro, causando atrasos em pagamentos e compras de produtos para a saúde em estados e municípios".

 

 

Empregos no setor

 

Com relação ao volume de empregos gerados pelo setor, o saldo ainda é positivo. Dados do CAGED, do Ministério do Trabalho e Previdência Social apontam que 194 novos postos de trabalho foram gerados nas atividades industriais e comerciais no primeiro trimestre deste ano, alcançando um contingente de 135.766 trabalhadores nesta atividade. Porém, nos últimos doze meses, verifica-se uma queda de 2,4%, percentual que significa a perda de 3.320 postos de trabalho.

 

Para o diretor executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira, esse recuo do setor já era esperado. "Se ocorre desaquecimento no setor, com queda nos índices econômicos, é natural que haja demissões, contudo, se avaliarmos o cenário geral, o índice não é tão ruim".

 

Quanto ao volume de empregos, Cerqueira observa que "o segmento de dispositivos médicos emprega pessoas com alta qualificação e não é raro ouvir das empresas que as mesmas têm dificuldades em encontrar no mercado profissionais preparados, o que sinaliza que existem vagas não preenchidas", finaliza.

 

 

Comércio Internacional de DMAs

No primeiro trimestre de 2016, o setor de DMAs acumulou um valor de U$ 1,2 bilhão de importações, com uma queda de 14,5% frente ao mesmo período de 2015, em todos os grupos de produtos, enquanto no período de doze meses a queda alcançou 16,3%.

 

Já as exportações atingiram um total de US$ 179,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representou um recuo de 21,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Clipping

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    • http://administracaoemsaude.blogspot.com.br/
    • http://www.ahseb.com.br/compos.php?m=site.item&item=6505&idioma=br
    • ABIIS na Medical Device Daily
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Assessoria de Imprensa