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Press Release

Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde patrocina o III Fórum Nacional de Produtos para Saúde no Brasil

 

 

Hoje, inovação é percebida, erroneamente, como um dos fatores responsáveis pelo aumento de custos no sistema de saúde. Essa percepção mascara um problema maior: o desperdício presente em diversos elos da cadeia da saúde, pública e privada, no país. Para promover este debate, bem como ajudar na efetivação de políticas e programas de estímulo à Pesquisa e Desenvolvimento de produtos para a saúde no Brasil, será realizado, no próximo dia 01 de setembro, o III Fórum Nacional de Produtos para Saúde, em Brasília (DF). O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, reunirá entidades do setor, governo e representantes da sociedade civil numa discussão sobre como a saúde pode ser melhor para a população. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.acaoresponsavel.org.br.

 

O Fórum é uma oportunidade para discutir, de maneira aprofundada, temas de extrema importância para a saúde, aliada à necessidade da construção de uma agenda propositiva para o aprimoramento da regulação do setor.

 

Com mais tecnologia na rede de atenção básica e nos hospitais será possível compartilhar, por exemplo, informações sobre o tempo de compra, ciclos de entrega, preços, localização e utilização dos produtos. Isso seria traduzido em acesso e gestão de recursos públicos e privados. Ou seja, inovação pode ser claramente definida como a redução de desperdício e isso se contrapõe a quem ainda acredita que inovar é gastar. Inovar é saber alocar de forma eficaz os recursos financeiros, estruturais, tecnológicos e humanos já existentes.

 

O evento, que tem o patrocínio da ABIIS - Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, será composto por três painéis - Inovação é Acesso; Ética é Acesso; TI é Acesso.

 

O Painel “Ética é Acesso” contará com a moderação de Cláudia Scarpim, Diretora Executiva do Instituto Ética Saúde, discutindo maneiras de promover um ambiente de negócios ético no setor de dispositivos médicos, a fim de reforçar as boas práticas de conduta nas relações do setor com profissionais de saúde e com o governo. O Instituto tem o objetivo de promover uma cultura ética empresarial que gere ambientes de concorrência justos e transparentes, bem como fomentar a ação social responsável e participativa de todos os atores do segmento saúde para o desenvolvimento da sociedade e estabelece aos seus associados regras bastante rígidas para atuar nos mercados privado e público.

 

O Painel “Inovação é Acesso” terá como mediadora Gabriela Tannus, Sócia da AXIA.BIO Life Sciences International. Neste painel, serão abordados os desafios da incorporação racional de tecnologias na área médica e a percepção de que inovação é um dos fatores responsáveis pelo aumento de custos no sistema de saúde. A experiência da empresa - pioneira no campo de Farmacoeconomia no Brasil -  contribui ao usar conhecimento integrado das relações entre os operadores do mercado, governo e entidades de pacientes no país para fornecer dados e análises precisos do setor.

 

O painel final, com o tema “TI é Acesso”, será apresentado por Patrícia Marrone, Sócia-Diretora na Websetorial Consultoria Econômica, que promoverá o debate sobre como a utilização de Tecnologia na área de saúde é um caminho sem volta e o que podemos esperar dela. A Websetorial é especialista na prestação de serviços de consultoria econômica, especializada na elaboração de análises e estudos microeconômicos, de caráter setorial, com ou sem enfoque regional.

 

“A ABIIS nasceu apoiada por entidades interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio, para que sejam criadas políticas públicas, legislação e regulação para o acesso da população a uma saúde mais digna, eficaz e resolutiva, por meio de um ambiente de negócios favorável a inovação”, afirma Carlos Eduardo Gouvêa, Diretor Presidente da ABIIS. “O Fórum Nacional de Produtos para Saúde é um ótimo ambiente de trabalho para isso. Ouvir representes do setor, coletar ideias e discutir propostas para que a população tenha acesso ao que há de melhor em saúde”, completa.

 

O Fórum contará com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (SINDUSFARMA), da Universidade de São Paulo (USP), da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM), da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, do Instituto Coalizão Saúde (ICOS), entre outras entidades já confirmadas no evento, além de parlamentares - deputados federais e senadores que atuam em projetos e atividades relacionadas ao tema.

 

 

 

 

III Fórum Nacional de Produtos para Saúde

Data: 01/09/2016

Horário: das 8h30 às 14h

Local: Senado Federal – Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães - Interlegis

 

 

 

 

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ABIIS, balanço primeiro trimestre de 2016 - 31.5.16

 

 

Setor de dispositivos médicos tem recuo, mas emprego ainda cresceu no primeiro trimestre deste ano

 

A crise econômica vivida no Brasil por diversos setores chegou ao segmento de dispositivos médicos (DMAs). É o que indicam os números levantados pela Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, relativos ao primeiro trimestre de 2016.

 

Segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), do IBGE, a produção industrial de instrumentos e mate¬riais para uso médico e odontológico e artigos ópticos, apre¬sentou queda de 11,21% no primeiro trimestre de 2016, em relação ao mesmo período de 2015. No acumulado de 12 meses, o recuo chegou a 4,7%.

 

O índice de consumo aparente de DMAs, que pro¬cura refletir o comportamento geral do mercado brasileiro de dispositivos médicos, apresentou o seguinte desempenho: um recuo de 14,2% no primeiro trimestre de 2016, se comparado a igual período de 2015. Na comparação de 12 meses, a queda é de 13,1%.

 

De acordo com José Márcio Cerqueira, diretor executivo da ABIIS, "esse recuo se deve ao desemprego de um modo geral que provocou a evasão de trabalhadores da saúde suplementar e consequente queda nas compras privadas. A queda na arrecadação agravou esse quadro, causando atrasos em pagamentos e compras de produtos para a saúde em estados e municípios".

 

 

Empregos no setor

 

Com relação ao volume de empregos gerados pelo setor, o saldo ainda é positivo. Dados do CAGED, do Ministério do Trabalho e Previdência Social apontam que 194 novos postos de trabalho foram gerados nas atividades industriais e comerciais no primeiro trimestre deste ano, alcançando um contingente de 135.766 trabalhadores nesta atividade. Porém, nos últimos doze meses, verifica-se uma queda de 2,4%, percentual que significa a perda de 3.320 postos de trabalho.

 

Para o diretor executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira, esse recuo do setor já era esperado. "Se ocorre desaquecimento no setor, com queda nos índices econômicos, é natural que haja demissões, contudo, se avaliarmos o cenário geral, o índice não é tão ruim".

 

Quanto ao volume de empregos, Cerqueira observa que "o segmento de dispositivos médicos emprega pessoas com alta qualificação e não é raro ouvir das empresas que as mesmas têm dificuldades em encontrar no mercado profissionais preparados, o que sinaliza que existem vagas não preenchidas", finaliza.

 

 

Comércio Internacional de DMAs

No primeiro trimestre de 2016, o setor de DMAs acumulou um valor de U$ 1,2 bilhão de importações, com uma queda de 14,5% frente ao mesmo período de 2015, em todos os grupos de produtos, enquanto no período de doze meses a queda alcançou 16,3%.

 

Já as exportações atingiram um total de US$ 179,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representou um recuo de 21,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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